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Câmara aprova Cidadania Honorária de Curitiba para Michelle Bolsonaro

  • Foto do escritor: Olimpio Araujo Junior
    Olimpio Araujo Junior
  • 24 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

Vereador Olimpio Araujo Junior votou favoravelmente à honraria.


Foto: Carlos Costa CMC
Foto: Carlos Costa CMC

A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) aprovou, na manhã desta segunda-feira (24), em primeiro turno, o projeto de lei que concede o título de Cidadã Honorária de Curitiba à ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro.


Em plenário, Carlise Kwiatkowski, autora do projeto, afirmou que a ex-primeira-dama “colocou a inclusão no centro do debate nacional, mobilizando mães atípicas, voluntários e instituições que acolhem pessoas em situação de vulnerabilidade”.


O vereador Olimpio Araujo Junior (PL) afirmou que Michelle se tornou “uma grande liderança feminina nacional”, capaz de inspirar mulheres de diferentes espectros ideológicos.

O projeto recebeu 21 votos favoráveis e 6 contrários, atingindo a maioria simples necessária para aprovação em primeiro turno.


A Cidadania Honorária é a maior honraria concedida pelo Legislativo a pessoas não nascidas na capital, conforme a Lei Complementar 109/2018. O título é equivalente ao de Vulto Emérito de Curitiba, destinado aos nascidos no município (115.00003.2025).



Olimpio Araujo Junior e esposa, Fernanda, em encontro do PL Mulher, na cidade de Londrina PR.
Olimpio Araujo Junior e esposa, Fernanda, em encontro do PL Mulher, na cidade de Londrina PR.

Michelle Bolsonaro é natural de Ceilândia, no Distrito Federal

Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro nasceu em Ceilândia (DF) e foi primeira-dama do Brasil entre 2019 e 2023. Sua atuação pública inclui ações voltadas à inclusão de pessoas com deficiência, defesa da Língua Brasileira de Sinais e articulação de iniciativas para apoio a famílias em situação de vulnerabilidade. Durante seu mandato como primeira-dama, tornou-se a primeira mulher a utilizar Libras em um discurso de posse presidencial.


Segundo Carlise, “sua postura firme em defesa das pessoas com deficiência e das mães atípicas inspira mulheres em todo o país”. A vereadora citou ainda a articulação com entidades paranaenses, como o Instituto Pedro Gabriel, que atende crianças com mielomeningocele, e o apoio prestado a famílias que buscavam medicamentos de alto custo para crianças com doenças raras.


Programa Pátria Voluntária justifica homenagem, defendem vereadores

Os vereadores favoráveis à concessão da Cidadania Honorária de Curitiba a Michelle Bolsonaro ressaltaram a atuação social da ex-primeira-dama e defenderam que suas ações tiveram impacto também em Curitiba. Eder Borges (PL) descreveu Michelle como “verdadeira primeira-dama” e associou sua trajetória às políticas de apoio a doenças raras.


A Delegada Tathiana Guzella (União) destacou sua atuação como mulher cristã, voluntária e intérprete de Libras, reforçando o trabalho com mães atípicas e a defesa de pautas pró-vida.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Fernando Klinger (PL), mencionou testemunhos de lideranças religiosas sobre a atuação voluntária da homenageada. Já Meri Martins (Republicanos) lembrou o pioneirismo do discurso em Libras na posse presidencial e afirmou que Michelle “não demonstra rancor mesmo diante das dificuldades pessoais e políticas que enfrenta”.


Lórens Nogueira (PP) citou o impacto, em Curitiba, das ações do Programa Pátria Voluntária, coordenado pela ex-primeira-dama, com destaque para o apoio ao Instituto Grupo Solidário Curitiba na distribuição de cestas básicas durante a pandemia. Guilherme Kilter (Novo) defendeu que Michelle se enquadra no requisito legal de ação filantrópica, citando a mobilização de milhares de voluntários em campanhas nacionais e o apoio a entidades que atuam com populações vulneráveis.


Carlise Kwiatkowski reforçou que Curitiba foi beneficiada pelo Pátria Voluntária. “O Complexo Hospitalar do Trabalhador recebeu reconhecimento [do programa] em três categorias, e instituições como a Liga Paranaense de Combate ao Câncer e o Pequeno Cotolengo também foram contempladas”. Segundo ela, “mesmo uma única mãe atípica que tivesse sido acolhida por ações do voluntariado já justificaria a homenagem — e foram milhares”.




 
 
 

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